O SGE transforma a vistoria das escolas em informação para decidir onde e quando investir em
manutenção. A metodologia foi desenvolvida na Universidade Federal do Paraná (UFPR), com base na
tese InfraEs (Machado, 2023), que definiu e testou critérios de avaliação em escolas municipais da
região metropolitana de Curitiba.
1Vistoria
Técnico percorre a escola com a ficha de campo;
Verificação de 71 critérios;
cobertura, paredes, instalações, segurança contra incêndio, conforto e segurança
Seção específica de acessibilidade;
conforme a NBR 9050
Inspeção visual, sem equipamentos especiais;
2Cadastro
Registro de cada problema encontrado no sistema;
chamado de não conformidade
Foto e localização do problema;
Classificação da gravidade;
altamédiabaixa
Indicação do serviço necessário para a correção;
3Índice de desempenho
Cálculo automático da nota de cada escola;
de 0 a 100%
Pesos diferentes para cada critério;
definidos por especialistas em manutenção de escolas
Maior peso para os itens mais críticos;
cobertura, rotas de fuga, salas de aula e banheiros
4Ranking
Ordenação das escolas pela nota;
Classificação em três faixas;
Mínimo: abaixo de 50%Médio: 50% a 74%Elevado: 75% ou mais
Visão rápida das escolas que precisam de atenção primeiro;
5Orçamento estimativo
Estimativa do custo de correção;
a partir das não conformidades cadastradas
Custo por escola;
Custo por tipo de problema;
Total para toda a rede;
6Plano de manutenção
Definição das prioridades pelo gestor;
com base na nota, na gravidade dos problemas e no custo
Atualização do cadastro pelos gestores escolares;
sempre que a situação da escola muda
Validação por vistorias técnicas periódicas;
CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO
O projeto é executado em 12 meses, com quatro frentes de trabalho em paralelo.